És tu

És tu. Sempre tu, no melhor e no pior de ti. És tu quando dás ouvidos a quem te quer ver perder e ignoras quem está lá para te ajudar a ganhar. És tu quando decides que não és bom o suficiente para lutar por algo melhor. És tu que te inferiorizas, que te atormentas com fantasmas do passado, que achas que não mereces excelente e que podes ficar com um satisfaz.
És tu, a tua mente, que pensa demasiado, que analisa tudo aquilo que vives e, sobretudo, aquilo que acabas por não viver porque foi planeado com um rigor exacerbado. É a tua mente que te limita, que deixa que o medo tolde os teus pensamentos. E és tu quando, simplesmente, deixas que as vozes, as dos outros, que não querem acreditar no teu valor, se cansem e desistam. És tu quando decides que está na hora de ires mais longe, de mostrares o que vales, de seres feliz.
És tu que olhas para o espelho e vês o reflexo de ti, a imensa luz que brilha dentro de ti e que está no teu coração à espera que lhe dês uma oportunidade. És tu quando deixas o rio seguir o seu caminho e aproveitas a corrente para ir também. És tu quando confias na estrela que ilumina o teu céu. És tu, sempre tu, por isso, que seja no melhor de ti.

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