Vai

Se queres muito ir, vai. Não lances demasiadas questões, não te amedrontes tanto, não oiças quem apenas antecipa desgraças, não cries tantos “ses” na tua cabeça. Se queres muito tentar, arrisca. Não te aprisiones nas teias dos falhanços, não receies apenas encontrar portas trancadas, não te lances na espiral de nãos que não levam a lado nenhum.
Sonha, acredita, dá o primeiro passo. E outro e mais outro. Volta para trás, se for preciso. Muda de caminho, se tiver de ser. Corrige o sentido, se perceberes que é o melhor. Não insistas até ao fim por casmurrice, insiste por acreditares. Não insistas para sempre.
Tem a coragem de mudar de ideias, se for essa a vontade do teu coração, se for esse o sentido do teu tempo. E, quando fores, vai por ti. Não te diminuas por nada nem por ninguém. Não deixes de ser tu por nada nem por ninguém. Não dependas dos outros para seres feliz. Não esperes que a tua vida seja como a dos outros.
As situações mudam, as pessoas vão, mas terás de conviver sempre com as tuas escolhas. Decide de acordo com a tua consciência, com a tua voz, com o teu coração. E agora vai.

Créditos da imagem: Direitos Reservados

Arquivo

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *